Médico para incontinência urinária em Londrina​

O Dr. Felipe Kasuya é médico urologista em Londrina com ampla experiência no diagnóstico e tratamento da incontinência urinária. Com uma abordagem ética e acolhedora, ele oferece cuidados personalizados para cada paciente, visando restaurar a qualidade de vida e o bem-estar.

Tratamento para incontinência urinária em Londrina com foco em bem-estar e segurança​ ​

A incontinência urinária afeta significativamente o dia a dia de homens e mulheres. O Dr. Felipe Kasuya oferece tratamentos modernos, eficazes e adaptados à causa e à gravidade do quadro. Com tecnologia atualizada e técnicas minimamente invasivas, o médico proporciona soluções que vão desde mudanças comportamentais e medicamentos até intervenções cirúrgicas, sempre com foco no conforto e nos melhores resultados.

O que é a incontinência urinária?

A incontinência urinária é a perda involuntária de urina, afetando pessoas de todas as idades, mas especialmente comum entre idosos e mulheres após o parto. Ela pode se manifestar de várias formas, como a perda de urina ao tossir, espirrar, rir ou realizar atividades físicas, ou mesmo a necessidade de urinar de forma urgente e frequente. A incontinência urinária pode ser classificada em diferentes tipos, incluindo incontinência de esforço, incontinência de urgência, incontinência mista e incontinência por transbordamento. A condição pode ser desconfortável, afetando significativamente a qualidade de vida do paciente. No entanto, existem diversas opções de tratamento que podem ajudar a controlar ou até curar o problema.

Quais são as causas da incontinência urinária?

As causas da incontinência urinária podem variar dependendo do tipo da condição. Entre as causas mais comuns, estão:

  • Fraqueza muscular do assoalho pélvico: Em mulheres, essa fraqueza pode ocorrer após o parto ou devido ao envelhecimento. Nos homens, pode ser resultado de cirurgias prostáticas.

  • Problemas hormonais: O envelhecimento e a menopausa reduzem os níveis de estrogênio, que ajudam a manter o controle da bexiga.

  • Obstrução urinária: Cálculos renais, aumento da próstata ou infecções urinárias podem dificultar o esvaziamento completo da bexiga.

  • Distúrbios neurológicos: Problemas no sistema nervoso central ou periférico podem afetar o controle da bexiga.

  • Doenças crônicas: Diabetes, obesidade e doenças cardíacas podem contribuir para o desenvolvimento de incontinência urinária.

Quais são os tipos de incontinência urinária?

A incontinência urinária é classificada em vários tipos, sendo cada um caracterizado por diferentes padrões de perda de urina. A incontinência de esforço é o tipo mais comum, caracterizada pela perda de urina quando há aumento da pressão abdominal, como ao tossir, espirrar, rir ou levantar objetos pesados. Já a incontinência de urgência ocorre quando há uma vontade súbita e intensa de urinar, com a perda de urina antes que o indivíduo consiga chegar ao banheiro. A incontinência mista é uma combinação dos dois tipos anteriores, em que o paciente sofre com episódios de perda de urina tanto durante esforços quanto em situações de urgência. A incontinência por transbordamento ocorre quando a bexiga não consegue se esvaziar completamente, resultando em pequenas perdas contínuas de urina. Cada tipo de incontinência requer uma abordagem de tratamento diferente, que será determinada com base nos sintomas e na causa específica.

Como é feito o diagnóstico da incontinência urinária?

O diagnóstico da incontinência urinária envolve uma avaliação detalhada do histórico médico do paciente, incluindo informações sobre os sintomas, o padrão de perda urinária e fatores de risco. O médico pode realizar um exame físico para avaliar a função do assoalho pélvico e procurar por sinais de obstrução ou problemas nos órgãos urinários. Exames complementares, como um diário miccional, em que o paciente anota os horários e as quantidades de urina eliminada, podem ser úteis para identificar os padrões da incontinência. Além disso, exames de urina ajudam a descartar infecções ou outras condições que possam estar afetando a bexiga. Em alguns casos, exames mais avançados, como o urodinâmico, podem ser realizados para avaliar o comportamento da bexiga durante o enchimento e o esvaziamento, proporcionando uma análise mais precisa do funcionamento urinário.

Como é feito o tratamento da incontinência urinária?

O tratamento para a incontinência urinária depende do tipo e da gravidade da condição. Em casos mais leves, tratamentos conservadores são frequentemente suficientes e incluem exercícios do assoalho pélvico, como os exercícios de Kegel, que visam fortalecer os músculos responsáveis pelo controle da bexiga. Além disso, modificações nos hábitos de vida, como reduzir a ingestão de líquidos antes de dormir, evitar bebidas que irritam a bexiga, como cafeína e álcool, e adotar uma rotina para ir ao banheiro, também podem ser eficazes. Medicamentos podem ser indicados para tratar a incontinência de urgência, ajudando a relaxar a bexiga e reduzir a frequência e urgência para urinar. Em casos mais graves, quando os tratamentos conservadores não são suficientes, procedimentos cirúrgicos podem ser necessários. Entre eles, a colocação de um sling uretral, uma cirurgia para suportar a uretra e prevenir a perda de urina, ou a injeção de bulking agents, substâncias que ajudam a melhorar o fechamento da uretra.

Quais são os cuidados pós-tratamento da incontinência urinária?

Após o tratamento da incontinência urinária, seja conservador ou cirúrgico, o paciente deve seguir algumas orientações para garantir uma recuperação eficaz e evitar a recorrência da condição. Em casos de cirurgia, como o sling uretral, o paciente pode precisar de um período de recuperação, durante o qual é importante evitar esforços físicos excessivos e seguir as instruções do médico para evitar complicações. A continuidade da fisioterapia do assoalho pélvico é fundamental para fortalecer ainda mais a musculatura pélvica e melhorar o controle da bexiga. Manter uma dieta saudável e evitar a constipação também são cuidados importantes, já que a prisão de ventre pode piorar a incontinência. Além disso, o acompanhamento médico regular é essencial para monitorar o progresso do tratamento e ajustar o plano conforme necessário.

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